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Saúde bucal infantil: o que eu preciso saber sobre dente de leite?

 

A fase da primeira dentição é um momento muito importante para o desenvolvimento do sistema bucal como um todo. A forma que ele for cuidado nesse período pode influenciar o modo em que esse sistema irá se desenvolver no futuro.

Sendo assim, confira agora o que você precisa saber sobre a saúde bucal infantil!.

A importância dos dentes de leite para a saúde bucal infantil

Os dentes de leite, embora sejam temporários, são muito importantes para a saúde bucal das crianças, por isso devem ser tratados com os mesmos cuidados que se deve ter com os dentes permanentes.

Eles funcionam como um preparo do organismo para o nascimento dos dentes permanentes, servindo de guia para esses nascerem no local e alinhamento correto. Além disso, auxiliam em diversas outras funções desempenhadas pelo sistema bucal, como a mastigação, a deglutição (o ato de engolir os alimentos) e também a fonética e estética.

A falta dos dentes de leite seja por queda precoce, trauma ou nascimento anômalo, pode causar diversos problemas no futuro, como a mordida cruzada, desalinhamento da arcada, problemas na fala e dificuldades na erupção dos dentes permanentes.

O nascimento e a substituição dos dentes de leite

Apesar de os primeiros dentes das crianças só aparecerem por volta dos 6 a 7 meses, a sua dentição já começa a ser formada ainda na barriga da mãe, no primeiro trimestre da gravidez.

Por volta dos 2 até os 2 anos e meio espera-se que a dentição esteja completa, com um total de 20 dentes. Caso isso não aconteça, é importante consultar um odontopediatra para descobrir se há algo impedindo a erupção normal dos dentes.

Já o nascimento dos dentes permanentes e posterior substituição dos dentes de leite começa a ocorrer entre os 5 e 7 anos de idade. Inicia-se com o nascimento do primeiro molar permanente, que não substitui nenhum dente, seguido da substituição de todos os dentes de leite até por volta dos 12 anos de idade, quando surgem os segundos molares permanentes.

A cárie nos dentes de leite

A primeira dentição das crianças costuma causar muitas dúvidas nos pais iniciantes. Confira as dúvidas mais comuns em relação a cárie e as respostas para elas.

Como ocorre a cárie no dente de leite?

O processo de formação da cárie no dente de leite ocorre da mesma forma que em dentes permanentes. Os restos alimentares que ficam nos dentes, quando não é feita a higiene bucal adequada, acabam sendo digeridos pelas bactérias presentes. Essa digestão tem como produto final ácidos que atacam o esmalte do dente, corroendo-os.

É preciso tratar a cárie no dente de leite?

Existe uma crença popular de que o cuidado com os dentes de leite pode ser um pouco mais relaxado em relação aos permanentes, uma vez que eles são temporários. Esse é um pensamento extremamente nocivo para a saúde bucal infantil.

Isso porque uma cárie não tratada em um dente de leite pode evoluir de tal maneira que atinja o canal do dente e inclusive o embrião do dente permanente que ainda está para nascer. Sendo assim, é muito importante tratar a cárie ainda que seja em um dente de leite, para que a doença não se espalhe e acabe se tornando algo ainda mais danoso.

Dentes de leite podem precisar de canal?

Sim. Como foi exposto acima, caso uma cárie, por exemplo, em um dente de leite não seja tratada, ela pode acabar se espalhando e afetando inclusive o embrião do dente vindouro.

Nesses casos de lesão profunda, o dente de leite pode precisar de um tratamento de canal, para se controlar a infecção e minimizar o dano para o dente que está para nascer.

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Precisamos conversar sobre traumatismo dentário

Uma das grandes preocupações de muitos pais é o traumatismo dentário. Muito comum entre 1 e 8 anos de idade, esse problema se torna ainda mais evidente em fases nas quais a criança está começando a andar e também no período escolar.

Embora a maior parte dos problemas seja com os dentes de leite, isso não significa que um traumatismo não mereça cuidado ou atenção. Em algumas situações, a fratura pode lesionar as estruturas que envolvem o nascimento e o posicionamento do dente permanente, colocando em risco a nova arcada.

Os dentes permanentes também podem sofrer com traumas, sendo que nesses casos o reimplante é uma solução interessante. Por tudo isso, é essencial saber como agir nessas situações. Confira as dicas e informações importantes que trouxemos neste post!

Quais os principais tipos de traumatismo dentário?

Quedas, brincadeiras mais bruscas ou atividades esportivas podem levar ao traumatismo dentário, sendo que nem todos os tipos de lesões são iguais, mas todas exigem o cuidado especializado de um dentista. Veja as principais:

Concussão

Neste caso, ocorre um traumatismo de pequena intensidade, sem que exista mobilidade do dente ou alteração em seu posicionamento, causando apenas sensibilidade ao toque e necessitando de acompanhamento regular do dentista.

Fratura de esmalte ou da dentina

Afetam a coroa dos dentes e o tratamento pode envolver a reconstrução do dente com resina ou a colagem do fragmento.

Subluxação

É um traumatismo de intensidade moderada, levando o dente a se tornar móvel, mas sem haver modificação na sua posição.

Luxação

Neste caso, o dente sofre alteração na arcada, podendo haver mobilidade e sangramento. O tratamento varia de acordo com o sentido e o tipo da luxação, podendo envolver até a extração do dente ou o reposicionamento com tratamento endodôntico.

Avulsão

É quando o dente lesionado cai. Nesses casos, é essencial que o dentista seja procurado imediatamente, pois há risco de alterações também no dente permanente.

O que fazer nos casos de traumatismo dentário?

Em caso de traumatismo dentário, é importante observar se o dente está fraturado ou se ele permanece na gengiva. Em seguida, tome algumas providências, como:

  • peça para a criança morder uma gaze, caso haja sangramento;
  • aplique uma compressa gelada no local, caso esteja inchado ou sangrando;
  • se o dente não estiver na boca da criança, tente localizá-lo (nem que seja apenas a parte fraturada), segure-o pela coroa e coloque-o em um frasco com leite (não é preciso lavar, porque pode traumatizar a raiz);
  • busque atendimento do dentista rapidamente e lembre-se: todo traumatismo dentário precisa da avaliação do especialista para realização de exames mais precisos.

Depois de alguns dias, o dente traumatizado poderá sofrer uma mudança em sua coloração, causada por um escurecimento da coroa do dente. É possível que ele volte a sua cor normal ou permaneça mais escuro. De qualquer forma é essencial o acompanhamento de um dentista.

Se o trauma aconteceu em um dente permanente e ele acabou sendo expulso da boca é preciso lavá-lo e tentar recolocá-lo. Caso não consiga, coloque-o em um copo com leite, soro fisiológico ou água filtrada.

Nas situações em que apenas uma parte do dente foi perdida, também é preciso recuperar o fragmento e mantê-lo hidratado até a ida ao dentista.

Quais as consequências do traumatismo dentário?

Se não tratado, o traumatismo dentário pode levar a problemas como:

  • atraso na erupção do dente permanente;
  • diminuição do espaço para o dente permanente (principalmente em casos de perda do dente de leite);
  • surgimento de manchas, malformações ou até mesmo alterações na estrutura do dente permanente.

Por isso, não importa o tamanho ou o tipo de traumatismo dentário, sempre busque ajuda especializada imediatamente, mantenha a calma e, se possível, tente localizar o dente perdido (ou a parte do dente faltante). Não se esqueça de manter a atenção redobrada nas crianças para evitar os traumas dentários.

Gostou de saber mais sobre o traumatismo dentário? Aproveite e veja o nosso post especial sobre os mitos e verdades dos cuidados com os dentes!

Conheça como funciona a troca dos dentes do seu filho!

O período de troca de dentes é sempre um momento bastante esperado pelos pais e pelos filhos, já que é uma fase importante de amadurecimento das crianças.

Em geral, a troca dos dentes de leite pelos permanentes vai dos 6 aos 12 anos e precisa ser acompanhada por um odontopediatra para que sejam evitados problemas futuros, como mal posicionamento dos dentes permanentes e problemas na arcada.

Quer saber mais sobre esse assunto? Confira as informações abaixo!

Quando começam a se formar os dentes de leite?

Ao contrário do que muita gente imagina, os dentes de leite começam a ser formados ainda na barriga da mãe, por volta da sexta semana de gestação ― por isso é tão importante que as gestantes façam um pré-natal odontológico.

Porém, é apenas a partir do sétimo mês de vida do bebê que os primeiros dentinhos começarão a aparecer, sendo que o processo estará finalizado por volta do 11º mês.

Mesmo antes dos primeiros dentes surgirem, já é importante manter uma boa higiene bucal, usando uma gaze umedecida com água para a limpeza da gengiva. Após o nascimento dos primeiros dentes, é preciso usar uma escova específica para a idade, com cabeça pequena e cerdas macias e pasta dental com flúor.

Qual a importância dos dentes de leite?

Os dentes de leite são extremamente importantes no desenvolvimento da mastigação, do maxilar e dos músculos da face ― além de funcionarem como “guias” para o nascimento dos permanentes.

Por isso, é indispensável ter uma higiene correta e periódica (evitando-se problemas como a chamada “cárie de mamadeira”, que pode influenciar até mesmo os dentes permanentes), evitar o excesso de açúcar na alimentação e fazer um acompanhamento a cada 6 meses com o dentista, para que possam ser avaliados problemas relativos a arcada, ao posicionamento dos dentes e outras questões.

Os traumas também precisam ser acompanhados de perto, já que os dentes de leite possuem vasos e nervos que fazem a ligação com o ponto exato onde os dentes permanentes estão sendo formados e, por isso, podem influenciar o seu desenvolvimento.

Quais as fases da troca dos dentes?

É possível que haja uma variação durante a troca dos dentes de criança para criança, mas, no geral, esse processo começa aos 6 anos, com a substituição dos incisivos (que são os dentes da frente) seguidos pelos laterais, caninos e molares (que ficam no fundo da boca).

Nesse período, a criança passa por um processo natural de reabsorção das raízes dos dentes de leite, que passam a perder a suas estruturas de sustentação. Por último, o dente de leite passa pela esfoliação, que é a substituição gradativa pelo dente permanente. O dente de leite fica amolecido justamente porque o permanente o está “empurrando”, para nascer.

A única exceção acontece na região posterior, já que os molares permanentes nascem sem que aconteça a perda de nenhum dente de leite. Após todo esse processo, na adolescência ainda haverá o nascimento dos dentes do siso até completar os 32 dentes permanentes que os adultos possuem.

Quais problemas podem ocorrer na troca dos dentes?

É possível que algumas crianças sofram com atrasos na troca dos dentes que podem acontecer por questões genéticas, ambientais e étnicas, além de problemas endócrinos ou nutricionais. Nesses casos, é recomendável a visita ao dentista para que ele possa examinar e avaliar o caso.

Outro problema relativamente comum é o nascimento dos dentes permanentes sem que ocorra a perda dos de leite. Essa questão também precisa ser avaliada por um dentista, pois pode influenciar no posicionamento dos dentes e desenvolvimento da arcada. O motivo mais comum para que isso ocorra é a falta de desenvolvimento da mastigação, pelo consumo frequente de alimentos moles ou pastosos.

Independentemente da troca de dentes ocorrer de forma tranquila ou apresentar problemas, o acompanhamento odontológico é fundamental para a saúde bucal de seu filho.

Gostou de saber sobre a troca de dentes do seu filho? Curta nossa página no Facebook e receba sempre dicas bacanas como essa!

Aparelhos ortodônticos: qual é o mais indicado? Descubra!

 

aparelhos ortodônticos

Os aparelhos ortodônticos, também conhecidos como aparelhos dentários, são utilizados pelos dentistas para corrigir problemas, sejam estéticos ou funcionais.

Existem diversos tipos desses aparelhos, como o fixo, móvel e auto ligado, cujo principal intuito é resolver os problemas dentais dos pacientes da maneira mais confortável e rápida o possível. Mas você sabe qual é a diferença entre cada um deles?

Para responder essa pergunta, preparamos este artigo para você conhecer mais detalhes dos principais tipos de aparelhos ortodônticos. Confira!

Aparelho fixo tradicional

É o tipo de aparelho ortodôntico mais utilizado pelos pacientes. Esse modelo utiliza bráquetes metálicos, fios e bandas para fazer a movimentação dos dentes. A interação se dá com as ligaduras elásticas — as famosas borrachinhas coloridas.

Nesse tipo de tratamento, os dentes são puxados e movimentam-se gradualmente para a posição correta.

O aparelho fixo é recomendado para pacientes que já tenham seus dentes permanentes, ou seja, as alterações devem ser feitas na estrutura da arcada dentária, definitivamente.

Como é composto por estruturas metálicas, tem a desvantagem da estética e, por isso, muitos pacientes recusam o uso desse tipo de aparelho ortodôntico. Porém, possui a vantagem de ser fixo, reduzindo o tempo de tratamento.

Aparelho fixo estético

O aparelho fixo estético possui a mesma função do metálico, porém, com a diferença do material que é feito. Ele é transparente, ou seja, não fica totalmente visível, mantendo uma estética melhor para o paciente.

Os bráquetes podem ser confeccionados de policarbonato, safira ou cerâmica — sendo que este último é o material mais comum.

São aparelhos discretos, praticamente invisíveis. Além disso, não se desgastam e proporcionam maior autoestima ao usuário. Porém, possuem um preço mais elevado se comparado ao aparelho fixo tradicional.

Aparelho autoligado

Também é uma variação do aparelho fixo tradicional. O aparelho autoligado dispensa o uso das borrachinhas, reduzindo o atrito entre o fio e os bráquetes.

Assim, o tratamento é realizado de maneira mais rápida, acelerando o nivelamento e alinhamento dos dentes.

Uma outra vantagem desse tipo de aparelho ortodôntico são as consultas: elas podem ser realizadas com um intervalo maior.

Mas não é só isso: o aparelho autoligado permite uma melhor higienização dos dentes, além de proporcionar um aspecto mais agradável ao paciente, já que possui bráquetes menores.

Aparelhos ortopédicos

Os aparelhos ortopédicos são indicados para uso durante a fase de crescimento, já que o tratamento é feito em casos onde há desarmonia esquelética.

Eles inibem o desenvolvimento dos ossos, redirecionando-os e evitando que eles cresçam de maneira desfavorável. Além disso, podem ser utilizados também como auxiliar de fonoaudiologia.

O tratamento com o aparelho ortopédico é feito de forma gradual, com um expansor que se localiza no meio do aparelho, que vai aumentando conforme o progresso do tratamento.

Vale ressaltar que adultos também podem usar os aparelhos ortopédicos. Nesse caso, eles são usados como niveladores.

Disjuntores palatinos

Esse é um tipo de aparelho pouco conhecido pelos pacientes. São aparelhos metálicos linguais — seu uso se dá na face da palatina, entre os dentes superiores e a região lingual dos inferiores.

Os disjuntores palatinos são indicados para pacientes que possuem mordidas cruzadas ou quando necessitam de mais espaço para fazer o alinhamento dos dentes.

Contenção fixa e móvel

A contenção é um aparelho recomendado para uso posterior ao tratamento. O intuito é evitar que os dentes voltem a se desalinhar, ou seja, eles devem promover a fixação definitiva na posição correta.

As contenções removíveis são indicadas para uso após o tratamento com aparelho fixo, de acordo com a indicação do dentista.

Já as contenções fixas são usadas para os dentes inferiores, que devem ser fixados na posição. Esse acessório é colocado na parte de trás dos dentes e só é removido quando eles atingem a estabilidade.

Alinhadores invisíveis

São placas de acetato, que copiam o formato dos dentes do paciente, permitindo sua movimentação sem a necessidade de fios ou bráquetes.

Aparelho lingual

Nesse tipo de aparelho, os bráquetes são colocados na parte interna dos dentes. Sua principal vantagem é a estética, já que não fica exposto.

Gostou de conhecer os diversos tipos de aparelhos ortodônticos? Então entre em contato com a gente e conheça nossos tratamentos odontológicos!

O que é implantodontia? Tire aqui suas dúvidas!

 

Com certeza você já ouviu falar que colocar um implante é a melhor forma de substituir um dente perdido. Você também já deve saber que isso demanda uma cirurgia e nem todo mundo pode ser submetido a esse processo.

Mas, afinal, o que é implantodontia? Como é feito o implante? Por que a falta de dentes traz prejuízo à saúde? Vamos esclarecer essas e outras dúvidas aqui no post. Confira!

O que é implantodontia?

A implantodontia é a especialidade responsável pela colocação e manutenção de implantes — as estruturas metálicas que são inseridas no osso mandibular ou maxilar para dar suporte a uma coroa ou prótese dentária.

Dessa forma, a implantodontia tenta restaurar a capacidade de mastigação e a estética do indivíduo, sendo indicada a qualquer pessoa que perdeu um ou mais dentes, e que tenha uma boa saúde.

Como funcionam os implantes dentários?

Os implantes são feitos de titânio, que quando inseridos no osso passam por um processo chamado osseointegração, no qual o tecido ósseo incorpora esse pino e o implante passa a ser parte da maxila ou da mandíbula, podendo ser submetido ao esforço mastigatório sem qualquer preocupação.

Quais tipos de implantes existem?

Os implantes mais comuns são:

  • Implante unitário: é o mais simples, com a colocação do implante no osso, e posicionamento de uma única prótese dentária após o período de cicatrização e osseointegração;
  • Prótese protocolo: prótese total (substitui todos os dentes de uma arcada dentária) que se apoia sobre 4 a 8 implantes e só pode ser removida pelo dentista;
  • Prótese overdenture: prótese total que se encaixa sobre 2 a 6 implantes e pode ser removida pelo paciente, para a higienização.

Por que a falta de dentes pode me prejudicar?

A falta de um único dente já é suficiente para permitir o deslocamento dos outros dentes da arcada e prejudicar toda a sua mordida, dificultando a escovação e a mastigação. Além disso, o prejuízo estético costuma ser grande, reduzindo sua autoestima e atrapalhando suas relações pessoais e profissionais.

Quais as contraindicações para a colocação do implante?

As principais contraindicações são:

  • presença de doenças bucais que comprometem a saúde da gengiva e da estrutura óssea local, como gengivites moderadas ou graves e perda óssea;
  • presença de doenças sistêmicas que impedem a realização de uma cirurgia;
  • possibilidade de crescimento da arcada dentária no futuro, como é o caso de crianças e adolescentes.

Sou fumante: posso colocar implante?

O cigarro não chega a ser uma contraindicação à colocação do implante, mas é importante que o fumante entenda que esse hábito prejudica o processo de cicatrização e osseointegração, o que pode levar à falha do implante.

Nesse caso, o ideal seria que você abandonasse o cigarro, pelo menos durante a realização do tratamento, para aumentar a chance de sucesso.

Há risco de complicações durante a cirurgia de implante?

Os riscos são os mesmos a qualquer procedimento cirúrgico — como sangramentos, infecções e reações alérgicas à anestesia — mas são eventos raros. A cirurgia de implante é considerada um procedimento simples, semelhante à extração de um dente.

Entendeu o que é implantodontia? Está interessado em colocar um implante? Entre em contato com a nossa equipe e agende uma avaliação!

Como as facetas e lentes de contato podem melhorar o seu sorriso?

 

Todo mundo sabe que ter um sorriso bonito ajuda a levantar a autoestima e traz mais confiança para nossas relações interpessoais, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional. E é justamente esse conceito que serve de base para a dentística, o ramo da odontologia que trabalha com a restauração de danos aos dentes e com a melhoria cosmética do sorriso.

Para obter esses resultados, é comum o uso de facetas ou lentes de contato nos dentes. Mas, afinal, o que são essas facetas? E as lentes de contato? Qual a diferença entre elas? Quando cada uma deve ser usada?

Vamos responder a todas essas perguntas aqui no post, confira!

O que são facetas?

Facetas são estruturas de resina ou porcelana que são coladas sobre a superfície do dente, recobrindo-o e criando a impressão de que o dente tem uma cor ou um formato diferente.

O que são lentes de contato?

As lentes de contato são estruturas de porcelana bem mais fininhas, quase transparentes, que também são coladas sobre os dentes para corrigir pequenos defeitos de formato ou cor. 

Qual a diferença entre as facetas e as lentes de contato?

A principal diferença está na espessura e na forma que elas são colocadas. As facetas são mais grossas e requerem que o esmalte do dente original seja desgastado e uniformizado antes, enquanto as lentes de contato são feitas de uma porcelana bem fina e não demandam esse desgaste.

Como as facetas são mais grossas, elas são as mais indicadas para cobrir dentes com alterações de cor e mais escuros.

Se elas forem feitas de resina, um material mais poroso do que a porcelana, podem surgir manchas com o consumo de alimentos com pigmentos escuros, como o vinho tinto, o açaí e o café, o que faz da resina uma opção mais barata inicialmente, mas que demanda mais cuidados com manutenção. 

Já as lentes de contato são indicadas para corrigir alterações dentárias simples, como o formato do dente, e como são sempre feitas de porcelana são bem resistentes a manchas.

Quando esses tratamentos são indicados?

Quando há assimetria nos dentes, quando os dentes estão escurecidos ou manchados e isso não se resolve com o clareamento dental, quando há espaços extras entre os dentes ou quando o dente não tem o formato desejado pelo paciente.

Quando esses tratamentos são contraindicados?

Quando o dente possui múltiplas cáries ou outras doenças que comprometem sua estrutura, a colocação de uma coroa em porcelana, substituindo o dente todo, pode ser a melhor opção.

Da mesma forma, se a saúde gengival não anda boa e os dentes originais não têm um bom suporte, a colocação de facetas ou lentes de contato não é indicada.

Como garantir que esse investimento trará os resultados desejados?

Antes de mais nada, é importante procurar um profissional capacitado para realizar esse tipo de procedimento para ter certeza de que você não está jogando dinheiro fora em um tratamento que foi mal indicado.

Se você já tem o profissional certo, converse com ele sobre quais são as melhores opções para o seu caso, se há algum risco e quais os cuidados necessários com os dentes após o tratamento.

Se interessou pelas facetas ou lentes de contato? Entre em contato com a nossa equipe e agende uma avaliação!

Entenda a importância do tratamento de canal para a sua saúde

 

Você tem sentido dor no dente, aumento da sensibilidade ao calor ou ao frio e incômodo ao mastigar? Nessas horas, o melhor a fazer é procurar um dentista que analisará a necessidade do tratamento de canal.

Embora muitas pessoas possam ter medo desse tipo de tratamento, quando bem orientado e realizado, ele é bastante simples e pode significar a cura de um processo inflamatório muito incômodo e perigoso ― que, se não tratado, pode até mesmo levar à perda do dente.

Quer saber mais? Continue a leitura!

Qual a necessidade do tratamento de canal?

Somente um dentista poderá avaliar se existe a necessidade do tratamento de canal no seu caso. Em geral, ele é indicado quando existe alguma condição que interfere na saúde da polpa dentária.

A polpa dentária localiza-se dentro do dente e se estende da coroa dentária até a ponta da raiz dentária, que fica dentro do osso da mandíbula. Por isso, o tratamento de canal também é chamado de tratamento endodôntico, ou seja, “dentro do dente”.

A polpa é um tecido mole, composta basicamente por nervos, tecido conjuntivo e vasos sanguíneos. Quando ela está doente ou lesionada é incapaz de se recuperar sozinha e pode acabar necrosando.

As causas mais comuns são:

  • cárie: destrói o esmalte e a dentina (as camadas mais externas do dente) e permite que as bactérias se infiltrem pela polpa, levando a um quadro infeccioso e até ao surgimento de abscessos;
  • trauma dental: também pode levar à destruição da dentina e do esmalte, facilitando que micro-organismos oportunistas entrem no dente. Traumas muito intensos ainda podem colapsar a polpa, sendo possível, nesses casos, notar uma mudança na cor do dente (que costuma ficar escurecido).

Se essas situações não forem tratadas, é possível que o processo infeccioso, por exemplo, acabe se espalhando e a única solução possível seja a extração do dente. Por isso, o tratamento de canal é tão importante, já que ele evita a queda do dente e ainda recapacita a funcionalidade dele.

Como funciona o tratamento de canal?

Em geral, um tratamento de canal pode necessitar de até 3 visitas ao dentista. Antes de indicar o procedimento, o profissional poderá solicitar outros exames, como o raio-x para verificar os pontos onde as cáries estão presentes e o quanto o seu dente está comprometido por dentro.

O tratamento de canal envolve alguns passos:

  • anestesia: geralmente é usada a anestesia local apenas no dente afetado. Ao contrário do que muita gente imagina, o tratamento de canal não é um dos procedimentos mais doloridos da odontologia e pode ser até menos incômodo que uma restauração, por exemplo.
  • pulpectomia: o dentista fará uma abertura no dente, retirando a polpa doente ou lesionada.
  • preenchimento: é inserido, no dente tratado, um material em formato de cone flexível, selando o canal com uma espécie de cimento odontológico. Em algumas situações, poderá ser necessário o uso de um pino de metal ou de plástico, dando mais resistência ao dente tratado.

É importante destacar que, mesmo o dente estando esteticamente reconstituído, o paciente não apresentará mais sensibilidade nele, afinal é na polpa removida que se encontram as inervações responsáveis por sentir frio e calor, por exemplo.

A quantidade de consultas também poderá ser maior, dependendo de quantos tratamentos de canal serão feitos e da extensão do quadro inflamatório.

Se você mantiver os cuidados de higiene, esse dente tratado poderá durar por toda a sua vida, mas será necessário realizar consultas frequentes ao dentista para avaliar como está a raiz do seu dente e a sua saúde bucal.

Como evitar o tratamento de canal?

A melhor maneira de evitar o tratamento de canal é cuidando da saúde da sua boca, realizando a higiene correta, sempre escovando os dentes após cada refeição e usando o fio dental e, claro, visitando o seu dentista periodicamente.

Além disso, sempre que sentir dor ou notar qualquer alteração (como dentes de outra cor, pontos escuros ou gengivas inchadas e doloridas) procure imediatamente o seu dentista.

E, atenção, porque os dentes de leite também podem sofrer com esse problema. Por isso, se o seu filho reclamar de dor de dente, leve-o a um odontopediatra.

Ainda tem dúvidas sobre a necessidade do tratamento de canal? Deixe um comentário pra gente!

Saúde bucal na terceira idade: o que eu preciso saber?

 

A saúde do idoso tem suas peculiaridades e na saúde bucal isso não poderia ser diferente. As alterações na produção da saliva, os efeitos colaterais dos medicamentos, mudanças no tecido da gengiva e o acúmulo de tratamentos dentários ao longo da vida deixam o idoso mais suscetível a diversas patologias.

Quer descobrir mais sobre a saúde bucal na terceira idade? Confira tudo aqui no post.

Quais as alterações odontológicas comuns na terceira idade?

  • Boca seca;
  • cáries;
  • gengivite;
  • retração gengival;
  • dentes sensíveis;
  • perda dentária com uso de próteses;
  • dificuldade na mastigação de alimentos fibrosos;
  • câncer de boca.

Por que as cáries são tão comuns nos idosos?

Embora as cáries possam ocorrer sobre uma superfície dentária saudável, o mais comum é que elas surjam próximo a regiões de restauração prévia. Como ao longo da vida os dentes do indivíduo vão acumulando esse tipo de tratamento, é na terceira idade que as cáries acabam surgindo com mais frequência.

O que causa a retração gengival e o aumento da sensibilidade?

A retração gengival é uma alteração normal associada ao envelhecimento, apesar de ser mais comum em algumas pessoas do que outras. À medida que a gengiva retrai, as raízes dos dentes ficam expostas. Como essa região não é protegida com uma camada de esmalte, o consumo de alimentos quentes, frios ou doces passam a gerar sensações dolorosas.

Como a boca seca pode ser resolvida?

A xerostomia, termo médico para boca seca, é muito comum na terceira idade por uma combinação de fatores. Além de sentir menos sede, o organismo do idoso acumula menos água e ainda pode estar sob a influência de diversos medicamentos que provocam a sensação de boca seca como efeito colateral.

O melhor jeito de combater isso é aumentar o consumo de água, ingerindo a substância antes mesmo da sede bater, e mascar chicletes que estimulam a produção de saliva. Pode ser necessário ainda uma mudança nos medicamentos prescritos ou o uso de saliva artificial.

Quais sinais indicam câncer de boca?

O câncer de boca só pode ser confirmado após análise histopatológica de um fragmento da lesão por biópsia, mas manchas brancas, vermelhas, pretas ou até mesmo ulceradas na boca que não cicatrizam após 7-10 dias, manchas que sangram e dificuldades para deglutir alimentos devem servir de sinal de alerta para a doença e fazer com que o idoso procure um profissional para avaliação.

Como melhorar a higiene bucal?

Se durante as outras fases da vida, a escovação e o uso do fio dental já eram fundamentais, na terceira idade esses hábitos são ainda mais importantes. O creme dental com flúor aumenta a proteção contra cáries na escovação, que deve ser feita pelo menos três vezes ao dia, principalmente quando somado ao fio dental, que deve ser usado de forma correta pelo menos uma vez ao dia.

Além disso, é necessário higienizar bem as próteses dentárias para evitar o mau hálito e aumentar o risco de gengivite, contando com a ajuda de soluções de limpeza específicas para essa função.

Por que as consultas regulares com o dentista são tão importantes?

As visitas regulares permitem que o dentista identifique e trate cáries ainda iniciais, recomende um creme dental para dentes sensíveis, prescreva o uso de saliva artificial, oriente em detalhes como a higienização da boca e da prótese devem ser feitas e ainda diagnostique lesões cancerígenas precocemente.

Quer melhorar sua saúde bucal? Entre em contato com a nossa clínica!

Saiba mais sobre prótese dentária: o que é, tipos e cuidados

Saiba mais sobre prótese dentária: o que é, tipos e cuidados

Quem já teve uma perda dentária sabe que o espaço em excesso pode desequilibrar todos os outros dentes da arcada dentária, gerando prejuízos à mastigação, à fala e à estética do sorriso.

Assim, a melhor forma de resolver o problema e evitar todas essas consequências é buscando um profissional para colocar uma prótese dentária.

Quer descobrir o que é a prótese dentária, quais os tipos que existem e quais cuidados são necessários após esse tratamento? Confira aqui no nosso post!

O que é a prótese dentária?

O termo prótese é usado pelos dentistas para descrever coroas sintéticas que substituem dentes naturais perdidos. Isso significa que a prótese representa apenas a parte do dente que fica acima da linha da gengiva e não substitui a raiz do dente.

Quando a prótese dentária é indicada?

Quando houve a perda de um ou mais dentes por qualquer motivo: trauma, cáries, manchas, extração, etc. Em qualquer um desses casos, a prótese deve ser colocada o mais rapidamente possível para que a organização dos outros dentes não seja afetada pelo espaço extra e o problema não se torne mais complexo, demandando um tratamento mais difícil e caro.

Quais os tipos de prótese existentes?

As próteses podem ser classificadas em fixas ou removíveis (móveis) e em parciais ou totais.

As próteses fixas são encaixadas ou cimentadas sobre implantes metálicos ou sobre a raiz original. Já as próteses móveis, popularmente conhecidas como pontes, são apoiadas sobre os dentes naturais e possuem um formato específico de acordo com a necessidade do paciente e dos dentes substituídos.

As próteses parciais substituem uma única ou algumas coroas, enquanto as próteses totais substituem todas as coroas da arcada superior ou inferior. Assim, o implante seria um tipo de prótese dentária parcial fixa enquanto a dentadura é uma prótese dentária total removível.

Qual tipo de prótese é melhor?

As próteses fixas são mais confortáveis a longo prazo e trazem um resultado estético melhor, oferecendo mais confiança e autoestima ao indivíduo, mas demandam um investimento financeiro maior. Enquanto isso, as próteses móveis são bem mais baratas mas os apoios e conectores metálicos podem incomodar ou ficarem visíveis no sorriso.

Como o número de dentes a serem substituídos não é fator limitante nem para a prótese fixa nem para a prótese móvel, a melhor forma de tomar a decisão é passando pela avaliação do dentista e fazendo um orçamento.

Quais os cuidados necessários com a prótese?

No caso da prótese móvel, ela deve ser retirada ao final de cada refeição e a limpeza deve ser feita com uma escova de dente dura e um creme dental não abrasivo. É importante, também, que o indivíduo evite alimentos grudentos e pegajosos, pelo risco de quebrar a peça.

Já as próteses fixas devem ser limpas durante a higiene bucal habitual com a ajuda de escovas interdentais e do passa-fio para que todos os espacinhos fiquem bem limpos.

É recomendada, ainda, uma visita ao dentista a cada seis meses para que o profissional possa verificar o estado da prótese, realizar algum reparo e reorientar o paciente quanto aos cuidados.

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Você sabe como evitar hábitos como o bruxismo? Aprenda aqui!

Um dos fatores que mais afetam nossa imagem é o sorriso. Além da questão da saúde, quando a estética está prejudicada, naturalmente sentimos maior desconforto ao sorrir ou conversar com outras pessoas.

De fato, o poder do sorriso impacta diretamente na nossa autoestima, nas relações pessoais e até mesmo na nossa confiança no ambiente de trabalho. E, além dos dentes desalinhados ou amarelados, problemas como o bruxismo podem trazer prejuízos para a saúde.

Se você tem essa preocupação, leia o post a seguir e entenda melhor porque ele ocorre, além de conhecer algumas maneiras de evitá-lo.

O que são hábitos parafuncionais

Esse tipo de hábito está relacionado aos movimentos inconscientes das pessoas, ou seja, que não fazem parte de uma função específica do corpo, como mastigar ou falar. Assim, ocorrem involuntariamente e podem causar sérios problemas se não forem tratados.

Normalmente, esses hábitos decorrem de situações emocionais, como estresse e ansiedade. O paciente adquire esses costumes como forma de liberar a tensão acumulada, mas nem sempre percebe o que está ocorrendo.

Entre os exemplos mais conhecidos, estão:

  • bruxismo (ranger dos dentes noturno);
  • briquismo (ranger dos dentes diurno);
  • mascar chicletes constantemente;
  • morder ou chupar o dedo;
  • apertar objetos;
  • roer unhas e cutículas.

Como eles afetam o sorriso

Apesar de cada pessoa apresentar um tipo de hábito parafuncional distinto, existem alguns bastante comuns e que trazem complicações para a saúde. Eles podem, inclusive, afetar o sorriso do paciente, que fica com os dentes desgastados ou até amolecidos.

Outras consequências são as dores de cabeça, nas articulações faciais, doenças periodontais, aumento da sensibilidade e alterações na arcada dentária. Portanto, dá para perceber que não é um hábito que deve ser mantido, para evitar maiores problemas.

Como tratar problemas como o bruxismo

Antes de tudo, é importante identificar as causas da tensão emocional que está ocasionando o hábito parafuncional em questão. Então, o primeiro passo é buscar o acompanhamento de um profissional especializado, que possa fazer uma avaliação do caso e indicar as melhores soluções.

Em algumas situações, é recomendável promover um trabalho conjunto de psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, dentistas e ortodontistas. Na maioria das vezes, não adianta tratar os danos odontológicos, se a origem do problema não for solucionada.

No caso do bruxismo, por exemplo, há opções como os medicamentos contra a ansiedade, a prática de atividades físicas, o uso de placas estabilizadoras e a aplicação de toxina botulínica. Existem até aplicativos que emitem lembretes durante o dia para a pessoa não esquecer de desencostar os dentes, sem pressioná-los por costume.

Formas de prevenção

A prevenção desse tipo de problema está ligada à adoção de um estilo de vida mais saudável, que reduza as chances de sofrer com os efeitos do acúmulo de ansiedade, tensão, angústia, entre outros.

Se, por acaso, um tipo de hábito parafuncional for comum na família, é aconselhável que os pais acompanhem o comportamento da criança desde cedo. A causa não é necessariamente genética, mas pode haver uma predisposição. Portanto, é melhor ficar atento para evitar que o histórico se repita.

Outra dica é conferir se os medicamentos consumidos podem apresentar efeitos colaterais como o bruxismo. E então, com a ajuda de um profissional, será possível agir antes que ele provoque danos ao sorriso e ao organismo em geral.

Enfim, visitar o dentista com frequência também é uma ótima medida para que qualquer sinal incomum seja diagnosticado precocemente, facilitando o seu tratamento e prevenindo maiores complicações.

E aí, gostou de aprender um pouco mais sobre o bruxismo? Fique atento aos hábitos parafuncionais e não deixe que eles atrapalhem o seu bem-estar! Se ainda restaram dúvidas ou você tem alguma dica a acrescentar, deixe seu comentário!